domingo, 3 de novembro de 2013

Vestido tubinho: a peça que toda mulher deveria ter no guarda roupa

vestido tubinho Vestido tubinho: a peça que toda mulher deveria ter no guarda roupa

O vestido tubinho é a típica peça de roupa que toda mulher tem ou já teve alguma vez na vida e quem tem sabe o quanto ela é versátil e se adapta às mais diversas necessidades.

Segundo a consultora de imagem e estilo Fernanda Maranho, “a principal característica do vestido tubinho é o corte reto e simples, por isso é um clássico no guarda-roupa feminino desde a década de 60. E é exatamente por causa dessa característica, que este modelo não valoriza todos os formatos de corpo”.

“Os vestidos tubinho podem ser usados nas mais diversas ocasiões. O que vai fazer diferença é tecido, o comprimento e a cor/estampa. Lembre-se, quanto mais curto e mais estampado, mais informal é o vestido”, orienta a consultora. A seguir ela tira algumas dúvidas e ensina como usar esse modelo de vestido para valorizar o seu formato de corpo sem errar:

Que tipo de corpo ele mais valoriza?

Os biotipos que mais são valorizados por este modelo de vestido são o triângulo invertido, o retangular e o oval, porém alguns cuidados devem ser tomados.

Para as mulheres de corpo triângulo invertido, os melhores decotes são frente única ou nadador com a gola careca (se tiver pouco busto). Para quem tem o corpo oval, opte por cores mais escuras, valorize o colo com decotes em V (para mulheres com bastante busto), quadrado ou em U, e mangas para disfarçar braços gordinhos. Já as mulheres que tem o formato do corpo retângulo, é possível marcar a cintura com um cinto, para criar a ilusão de curvas.

Como escolher cor e estampa? Que efeito cada um dá no corpo?

Estampas e cores claras sempre chamam mais atenção para o nosso corpo. Conhecer essas características é fundamental na hora de escolher nossas roupas. Quando a gente quer esconder ou disfarçar alguma parte do corpo, o melhor é optar mais cores mais escuras e sóbrias, porém se a intenção é chamar a atenção para nosso corpo, invista em estampas e cores claras. Atenção para a proporção da estampa. Se você é baixinha, prefira as estampas miúdas. Se você é alta, pode abusar mais nesse quesito.

Comprimentos: curto ou médio? Qual usar?

O que vai determinar a escolha do comprimento do vestido é a ocasião, a altura da mulher, e a idade da mulher. Quanto mais formal for a ocasião, mais comprido deve ser o vestido. Um comprimento que não tem erro é o vestido na altura do joelho. A exceção são as mulheres baixinhas, que podem subir a barra um palmo acima dele.

4 tipos de vestido tubinho que você precisa ter

No mundo da moda, algumas peças são conhecidas como “coringas” – são aquelas que são fáceis de usar, seja por servirem para diversas ocasiões, para diversos formatos de corpo ou por serem fáceis de combinar no visual. A seguir você confere quatro sugestões de vestido modelo tubinho que são úteis para toda mulher:

Vestido tubinho neutro

Um tubinho de cor neutra e lisa como preto, nude ou caramelo, é uma peça essencial porque pode ser adaptado às mais diversas ocasiões. Para o dia, combine com uma rasteirinha de salto de 3-4cm e use acessórios em cores vivas para dar a leveza do dia ao visual. À noite, combine com scarpins, sandálias ou pumps de salto médio ou alto, fino ou quadrado – conforme sua preferência e abuse dos acessórios sofisticados, como maxicolares e anéis de pedras.


Vestido por R$88,85 na Dafiti / Sandália por R$195 na Shop2gether / Maxi colar por R$72,90 na Amo Muito / Bolsa por R$119,99 na Le Postiche

Vestido tubinho para o dia a dia

Os tubinhos em cores claras e com estampas são ótimos aliados para looks fresquinhos para usar no dia a dia. Combine com sandálias e rasteirinhas e aposte em acessórios leves. Bolsas tiracolo coloridas são boas pedidas para não pesar o look. Com esse modelo de vestido você pode passear no shopping, ir à faculdade, visitar uma amiga… enfim, fazer tarefas do dia a dia, por isso é importante escolher uma peça com tecido confortável, assim você ficará mais à vontade.


Vestido por R$391 na Oqvestir / Rasteira por R$119,90 na Dafiti / Brinco por R$49 na MyGloss / Bolsa por R$149,90 na Dafiti

Vestido tubinho para festa

Outra peça essencial no seu guarda roupa é o tubinho de festa, afinal nunca se sabe quando vai aparecer um jantar importante ou uma festa inesperada. Invista nos modelos com brilhos e bordados, pois eles “falam por si” e não precisam de muitos complementos para deixar a produção sofisticada. Além disso, é muito fácil combinar o sapato com um vestido bordado: aposte nos neutros como nude e preto e não terá erro! Escolha um brinco bonito e uma clutch para guardar seus pertences e se divirta!


Vestido por R$175,60 na Oqvestir / Sandália por R$114,99 na Passarela / Brinco por R$82 na Amo Muito / Bolsa por R$134,90 na Ligada na Moda
Vestido tubinho para o trabalho

Se você gosta de usar vestidos no trabalho, o tubinho é a opção certa: ele é feminino e discreto na dose ideal para o ambiente profissional. Cores neutras como cinza e preto são boas escolhas, mas não deixe de usar cores mais vivas também como o azul Klein e o verde. Combine o look com um sapato confortável: sandália de salto quadrado, Anabela ou um pump com meia pata. Lembre-se que para trabalhar conforto é essencial.


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Vestido tubinho: 13 looks para você se inspirar

Agora que você já tem as dicas certas para usar esse modelo, confira algumas peças usadas por blogueiras que podem servir de inspiração para você adaptar ao seu visual com tubinho:
Tubinhos neutros para dia e noite


Foto: Reprodução / Viva Luxury


Foto: Reprodução / Blog Cintura Fina


Foto: Reprodução / Blog da Mariah




Foto: Reprodução / Blog Take the Trend


Foto: Reprodução / Blog Bethania Maia


Foto: Reprodução / Blog da Carina

Tubinhos para festa


Foto: Reprodução / Barbara Brunca


Foto: Reprodução / Dolce Moda


Foto: Reprodução / Mundo PK


Foto: Reprodução / Blog Onça de Tule

Tubinhos para o trabalho


Foto: Reprodução / Blog Barbara Brunca


Foto: Reprodução / Blog Pérolas da Cris


Foto: Reprodução / Viva Luxury

FONTE: MODA BELEZA

Vídeo Prime Carcavelos - Highlights das finais

Vídeo Indonésia - Outubro florido para Riley Laing em Bali


O australiano Riley Laing acabou de lançar um novo vídeo com altas imagens de Bali, registradas neste mês de outubro.

Riley, que completou 19 anos no início do mês, pegou altas direitas e esquerdas e ainda deu sorte de pegar uma ondulação servida.

Confira:




FONTE: RICO SURF

World Junior - Gabriel Medina é o novo campeão


O paulista Gabriel Medina, 19 anos, é o novo campeão mundial Pro Junior da ASP.

Ele usou os aéreos para liquidar seus adversários no último dia do World Junior Championship em Florianópolis, batendo todos os recordes do campeonato com a nota 9,93 e os 18,26 pontos que totalizou na bateria final contra o marroquino Ramzi Boukhiam, 20.

Já a categoria feminina foi encerrada com o primeiro título mundial da Nova Zelândia na história da ASP, com Ella Williams, 18 anos, ganhando por 11,97 a 9,23 pontos a decisão contra a favorita Tatiana Weston-Webb, 17.

Depois das finais e da festa no pódio, um show das bandas John Bala Jones e Dazaranha agitou o público que lotou a Praia da Joaquina no sábado.

“Estou amarradão em vencer em casa um título mundial que eu ainda não tinha, ainda mais aqui na Joaquina e em Florianópolis, onde tenho um suporte que não tenho em nenhum outro lugar do mundo”, disse Gabriel Medina.

“Foi muito legal porque consegui pegar várias ondas boas e sempre aumentando as notas na final. O Ramzi (Boukhiam) surfou muito bem a semana inteira, mas eu estava bem concentrado porque sabia que ia ser uma bateria difícil, então acreditei em mim e dei o meu melhor para conquistar este título que é muito importante pra minha carreira. Foi um evento muito difícil e estou muito feliz”.

Gabriel Medina já começou a bateria final voando em um aéreo pra largar na frente com nota 7,00. Depois pegou uma esquerda longa para apresentar o seu arsenal de manobras modernas na parede da onda e arrancar nota 8,33 dos juízes.

Antes do marroquino dar a resposta, Medina vem em uma boa direita para mandar o seu aéreo rodando de backside sem as mãos na prancha muito alto e vai massacrando a onda até a beira para tirar nota 10 de três juízes.

Mas, um achou que valia 9,8, outro deu 9,7 e a média saiu 9,93 para ele se tornar o recordista absoluto do campeonato com os 18,26 pontos que já totalizava nestas duas ondas seguidas.


Medina é casca grossa nos aéreos. Foto: ASP /Daniel Smorigo.
“É muito difícil competir contra o (Gabriel) Medina. Ele é muito bom em todo tipo de onda, mandou um aéreo muito gigante e eu não sei fazer isso. Eu sou mais ‘power-surf’ e não tinha muita onda pra isso na final”, disse Ramzi Boukhiam.

“Estou feliz por ele também, era um título que ele não tinha e todo o público que lotou a praia hoje (sábado) ficou feliz com o resultado. Mas, estou contente com o meu desempenho, o segundo lugar também é um bom resultado e eu adoro o Brasil, as pessoas, meu técnico Patrick Beven que mora na França é brasileiro e até falo um pouco de português por causa disso, então saio feliz também daqui com o vice-campeonato porque o evento todo foi muito difícil”.


Ramzi Boukhiam saiu feliz com o segundo lugar. Foto: ASP /Daniel Smorigo.
O fenômeno de Maresias, sua praia em São Sebastião no litoral norte paulista, já tinha Santa Catarina marcada na sua história. Em 2009 também em Florianópolis e com apenas 15 anos de idade, Medina conquistou sua primeira vitória internacional da carreira na etapa do ASP 6-Star realizada na Praia Mole.

Dois anos depois, faturou o título da etapa do ASP Prime em Imbituba, no litoral sul do estado, que foi fundamental para a sua entrada na elite mundial do WCT. Agora, aumentou para seis o recorde de títulos do Brasil na história da categoria Pro Junior da ASP.

Recorde de títulos

O primeiro foi conquistado pelo carioca Pedro Henrique em 2000 no Havaí, depois o paulista Adriano “Mineirinho” de Souza venceu a edição de 2003, o cearense Pablo Paulino foi bicampeão em 2004 e 2007, o paulista Caio Ibelli ganhou o circuito das três etapas de 2011 e Gabriel Medina agora também escreve seu nome na Galeria dos Campeões Mundiais da ASP no World Junior Championship na Ilha de Santa Catarina.

“Eu quero agradecer a todos que lotaram a praia hoje (sábado), pois vi que tinha muita gente torcendo por mim”, disse Gabriel Medina, no pódio.

“Quero agradecer também meus amigos, minha família, meus patrocinadores que estão me assistindo, a todos que organizaram esse campeonato e a HD também por ter feito o evento aqui na Joaquina, que é uma onda alucinante e fazia tempo que não competia aqui. Mas, tenho que dedicar mesmo essa vitória a Deus, porque sem Ele eu não conseguiria nada na vida”.

Na semifinal, Gabriel Medina já tinha aumentado o recorde de nota do campeonato para 9,87 com um aéreo sensacional na bateria contra a grande surpresa do World Junior Championship, Hiroto Ohhara.

O japonês derrotou o taitiano Vehiatua Prunier na última quarta de final para coroar a ótima participação dos surfistas do seu país nas ondas da Praia da Joaquina. Ohhara dividiu o terceiro lugar no ranking mundial Pro Junior de 2013 da ASP com o australiano Matt Banting, que foi batido na primeira semifinal por Ramzi Boukhiam.

“Me senti um pouco devagar na bateria, não entraram muitas ondas boas, a maioria só dava pra dar duas manobras e acabei não pegando nenhuma boa como nas outras baterias que disputei aqui”, disse Matt Banting.

“Eu vi o Ramzi (Boukhiam) pegar algumas boas e ele mereceu ir pra final, pois é um ótimo competidor e grande amigo. Já tive bons resultados esse ano, como o terceiro lugar no ASP Prime US Open na Califórnia, agora fiquei em terceiro de novo, então estou feliz pelo resultado que consegui aqui no Brasil também”.

Final feminina

A primeira decisão a entrar no mar foi a feminina entre a havaiana Tatiana Weston-Webb e a neozelandesa Ella Williams, que passaram por Chelsea Tuach de Barbados e Johanne Defay da França, respectivamente, nas semifinais.

Já na grande final não entraram muitas ondas boas para as meninas na Praia da Joaquina e Ella Williams garantiu o primeiro título mundial da Nova Zelândia na história da ASP com as notas 5,30 e 6,67 das últimas ondas que surfou na bateria.

“Isso é como um sonho se tornando realidade para mim”, vibrou Ella Williams. “Estou muito feliz e nem sei descrever direito o que estou sentindo agora, só sei que está sendo incrível este momento que certamente vai ficar marcado na minha vida. Foi muito difícil chegar até aqui, porque todas as meninas estavam surfando muito bem e acho que tive muita sorte porque não entraram muitas ondas boas na final. Estou muito feliz, muito mesmo, foi incrível tudo que aconteceu comigo hoje (sábado) aqui”.


Ella Williams é a nova campeã mundial Júnior. Foto: ASP /Daniel Smorigo.
Depois de grandes apresentações durante todo o evento, a havaiana Tatiana Weston-Webb teve que se contentar com o vice-campeonato no World Junior Championship. Ela só conseguiu surfar uma onda regular nota 5,33 e acabou perdendo o título por 11,97 a 9,23 pontos.

A vitória na final feminina valeu um prêmio de 7.500 dólares para Ella Williams, enquanto a havaiana recebeu 4.000 dólares pelo segundo lugar na Praia da Joaquina.

“Estou um pouco decepcionada por ter perdido a final, mas sou bem nova ainda e terei outras oportunidades”, disse Tatiana Weston-Webb, visivelmente chateada por não ter achado as ondas que encontrou nas outras baterias que disputou na Praia da Joaquina.

“No fim, tudo se resume as duas melhores ondas e a Ella (Williams) teve mais sorte do que nessa final. É difícil aceitar uma derrota assim, quase sem surfar, mas existe sempre o próximo ano”.

As grandes favoritas ao título feminino eram as duas tops do WCT 2014 que participaram do World Junior Championship. Vice-campeã nas duas últimas edições do Mundial Pro Junior da ASP, a sul-africana Bianca Buitendag foi batida por décimos de diferença pela surfista de Barbados, Chelsea Tuach, 12,30 a 12,17 pontos.

O mesmo aconteceu para a francesa Johanne Defay na semifinal contra a campeã Ella Williams, que levou a melhor por 10,34 a 10,06 pontos. Johanne dividiu o terceiro lugar com Chelsea Tuach em Florianópolis.


Ella Williams. Foto: ASP /Andre Motta.

Galeria dos campeões mundiais Pro Junior da ASP:

2013: Gabriel Medina (BRA) e Ella Williams (NZL) na Praia da Joaquina, Florianópolis (SC), Brasil

2012: Jack Freestone (AUS) e Nikki Van Dijk (AUS) em Bali, na Indonésia

2011: Caio Ibelli (BRA) e Leila Hurst (HAV) na Indonésia, Brasil, Austrália

2010: Jack Freestone (AUS) e Alizee Arnaud (FRA) na Indonésia e Austrália

2009: Maxime Huscenot (FRA) e Laura Enever (AUS) na Austrália

2008: Kai Barger (HAV) e Pauline Ado (FRA) na Austrália

2007: Pablo Paulino (BRA) e Sally Fitzgibbons (AUS) na Austrália

2006: Jordy Smith (AFR) e Nicola Atherton (AUS) na Austrália

2005: Kekoa Bacalso (HAV) e Jessi Miley-Dyer (AUS) na Austrália

2004: Pablo Paulino (BRA) na Austrália

2003: Adriano de Souza (BRA) na Austrália

2002: não realizado por falta de datas

2001: Joel Parkinson (AUS) na Austrália

2000: Pedro Henrique (BRA) no Havaí

1999: Joel Parkinson (AUS) no Havaí

1998: Andy Irons (HAV) no Havaí

Final Masculina

Campeão mundial: Gabriel Medina (BRA) por 18,26 pontos (9,93+8,33) – US$ 25.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: Ramzi Boukhiam (MAR) com 11,60 (notas 5,80+5,80) – US$ 10.000 e 8.000 pontos

Semifinais
3.o lugar – US$ 5.000 e 6.500 pontos:

1.a: Ramzi Boukhiam (MAR) 16.03 x 12.33 Matt Banting (AUS)

2.a: Gabriel Medina (BRA) 17.94 x 10.54 Hiroto Ohhara (JPN)

Quartas de final
5.o lugar – US$ 2.250 e 5.200 pontos:

1.a: Matt Banting (AUS) 15.37 x 13.33 Michael Rodrigues (BRA)

2.a: Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 11.04 Oney Anwar (IDN)

3.a: Gabriel Medina (BRA) 16.64 x 14.97 Slade Prestwich (AFR)

4.a: Hiroto Ohhara (JPN) 10.17 x 9.24 Vehiatua Prunier (TAH)

Perderam nas oitavas de final e ficaram em 9.o lugar com US$ 1.550 e 4.000 pontos:

Jessé Mendes (BRA), Juninho Urcia (PER), Vasco Ribeiro (PRT), Kanoa Igarashi (EUA), Cam Richards (EUA), Joshua Moniz (HAV), Reo Inaba (JPN) e Takumi Nakamura (JPN)

Perderam na terceira fase e ficaram em 17.o lugar com US$ 1.200 e 1.750 pontos:

Caio Ibelli (BRA), Matheus Navarro (BRA), João Paulo Abreu (BRA), Jake Sylvester (AUS), Mitchell Parkinson (AUS), Carlos Muñoz (CRI), Ian Crane (EUA), Keanu Asing (HAV), Seth Moniz (HAV), Dylan Lightfoot (AFR), Michael February (AFR), Steven Sawyer (AFR), Nomme Mignot (FRA), Hiroto Arai (JPN), Arashi Kato (JPN) e Kan Watanabe (JPN)

Final Feminina

Campeã mundial: Ella Williams (NZL) com 11,97 pontos – US$ 7.500 e 10.000 pontos

Vice-campeã: Tatiana Weston-Webb (HAV) com 9,23 pontos – US$ 4.000 e 8.000 pontos

Semifinais
3.o lugar – US$ 2.00 e 6.500 pontos:

1.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) 15.34 x 8.33 Chelsea Tuach (BRB)

2.a: Ella Williams (NZL) 10.34 x 10.06 Johanne Defay (FRA)

Quartas de final
5.o lugar – US$ 1.250 e 5.200 pontos:

1.a: Tatiana Weston-Webb (HAV) 14.60 x 10.44 Frankie Harrer (EUA)

2.a: Chelsea Tuach (BRB) 12.30 x 12.17 Bianca Buitendag (AFR)

3.a: Ella Williams (NZL) 9.67 x 8.83 Mahina Maeda (HAV)

4.a: Johanne Defay (FRA) 15.87 x 6.30 Stephanie Single (AUS)

Perderam nas oitavas de final e ficaram em 9.o lugar com US$ 1.000 e 4.000 pontos:

Melanie Giunta (PER), Miluska Tello (PER), Lucia Cosoleto (ARG), Marina Rezende (BRA), Carol Fernandes(BRA), Leticia Canales Bilbao (ESP), Dax McGill (HAV) e Reika Noro (JPN)

FONTE: João Carvalho

Stand up Paddle Rico - Como comprar sua primeira prancha de SUP





Com o Stand up sendo presença garantida do verão 2013/2014, ainda sobram dúvidas para a compra da 1° prancha.

Perguntas sobre tamanho, tipos de modelos disponíveis, bicos e materiais ficam sempre no ar. Para uma compra segura, sugerimos atentar aos seguintes fatores:

Propósito

Seu Paddle board servirá para remar apenas? Ou você pretende surfar com a prancha?

Estas perguntas estão diretamente ligadas aos modelos e tamanhos das pranchas.

Um bom tamanho de SUP para apenas dar um passeio em dias de mar flat, começa a partir de 10’(pés). Bicos mais arredondados conferem ainda mais estabilidade ao SUP.

Tamanho, Largura e espessura

O Stand up Paddle, diferentemente das pranchas de surfe, precisa de estabilidade também parado na água.

A distribuição de volume no centro da prancha é a chave para a estabilidade.

Os SUPs precisam ser mais largos e espessos. Para um iniciante entre 70 e 90 kg em boa forma física, uma sugestão é a prancha Stand up Paddle Rico Classic 10’’, esta prancha tem 32’’ (polegadas) de largura e 4 ¾’’ de espessura.

Medidas acima de 30’’ e 4 ½’’ são um bom ponto de partida para qualquer peso.


Diversos Modelos de SUP.



Bicos

Pranchas que possuem bico estilo hot dog, (mais bicudas), são perfeitas para quem quer surfar.

Surfam mais soltas e com turns mais definidos. Em compensação, ela perde litragem (área interior da prancha medida em litros). Pranchas com bicos super redondos, como longboards, tem mais área e consequentemente estabilidade.




Rico e seu 8’9 Stand up Surf model.

Materiais e cuidados com a prancha

Stand ups costumam ser feitos com resinas nobres, como o epóxi que são mais leves e resistentes.

Não expor a prancha direto ao sol é primordial para mantê-la sempre nova. Lavar com água doce também é muito importante.

Nesse verão vamos manter o espírito do aloha dentro d’água e boas ondas!

Curta a vida e caia na água. Good vibes!

www.facebook.com/pranchasrico

FONTE: Daniel Paiva

Gerson Filho - Surf Nazareno


O feito do pernambucano Carlos Burle, 46 anos, em Portugal teve uma repercussão inimaginável em termos de mídia: CNN, TV polonesa, jornal de Israel, TVs chinesas, foram alguns dos canais em que a notícia do salvamento dramático e da bomba surfada, reverberaram.

Mídia não é nenhuma novidade para Burle. Quem acompanha sua carreira, sabe que desde 1998 ( quando foi campeão mundial em Todos os Santos, México), passando por Maverick’s ( 2001, maior onda já registrada), Teahupoo ( 2005 swell histórico), além dos do bicampeonato mundial de surfe em ondas grandes, na remada, Burle convive com isso. Sem falar que o cara foi precursor no Brasil no que se chama atualmente de free surfe profissional e pegou a maior onda já surfada em Back Door!! Mas, mesmo com tantas credenciais, muito tem se falado, criticado, e muito se falará ainda, porque vem muita notícia por ai, pelo mundo todo!!

A eventura ( planejada) dos brasileiros ganhou vulto desde que o considerado deus máximo do big surfe mundial, o havaiano Laird Hamilton, fez algumas declarações sobre o episódio, afirmando inclusive que Burle "não completou a onda"...fiquei pensando nos critérios de julgamento do Eddie Aikau e outros campeonatos de ondas grandes, mas isso é assunto para outra coluna. Preferi debruçar sobre os aspectos relacionados à repercussão da comunidade do surfe, que é o nosso caso aqui no Ricosurf.

Me ative a alguns comentários nas redes sociais, fóruns ( nacionais e gringos) e até a estrela máxima do jornalismo mundial, CNN, que acionou Laird Hamilton, pelo Skype, que por sinal, o sinal (...), estava uma beleza!!! Laird mandou, na lata, que Burle tinha tomado a maior vaca do mundo, que não tinha completado o drop, entre outros torpedos.

Admiro muito o Laird e não há dúvida de que é casca-grossa!!! Mas quando ele atravessou o Canal da Mancha remando, não fez a mínima questão de esconder, pelo contrario, várias agências de notícias distribuíram a notícia pelo mundo. O livro “A Onda” de Susan Casey ( Best seller) é todo baseado em um semi-deus chamado… Laird Hamilton!! Ali a autora não poupa elogíos ao profissionalismo e a forma apaixonada que ele encara a cultura surfe. Muito legal, mas é um: p-r-o-d-u-t-o! Acho a publicação imperdível por sinal.

Rob Machado é outro ídolo roots do surf. Mas, por favor, seu último filme "The Driftter" rodado na Indonésia por Taylor Steele, foi na real uma super produção ( em termos de filme de surfe, claro!!!). De roots ali só tinha a atitude e o cabelão do Machado. A equipe do cineasta e a Hurley não pouparam esforços, e o resultado ficou nota 10! Para captar a essência de Machado, a equipe dispunha de carros 4x4, e até suporte de câmera, com trilhos, para uma melhor fotografia em Desert! Mas é um… p-r-o-d-u-t-o!



Mas voltando às vacas portuguesas. Não adianta criticar por criticar, e se alimentar do mesmo mingau magro. Seria a mesma coisa que eu, escrevendo aqui no Ricosurf, criticasse o crescimento da Internet. Cada um na sua, mas, não adianta ser hipócrita e apontar o dedo, principalmente se você tem patrocínios no bico, trabalha no mercado do surfe, é jornalista de surfe, vendedor de loja de surfe etc.

Para finalizar, uma análise hiper-superficial. Todos reclamam que o surfe não é valorizado pelas grandes empresas que se "Aproveitam" e tudo mais; reclamamos que os bancos, os planos de saúde, entre outros setores “usam” a imagem do esporte para promover produtos e serviços, sem que dêem nenhum tipo de retorno ao esporte – leia-se invistam em patrocínio. Aí, de repente, uma turma chega ao main stream, nao só com os big riders, mas com o Medina bombando no Guaraná Antarctica, Mitisubishi, e mais outros, muito merecidos!! Que aparece uma turba cornetando, por cornetar!

Acho que todo mundo que está criticando devia pensar: estamos em um bom momento no esporte. Afinal de contas existem, nesse momento, inúmeros projetos de surfe relacionados a: cerveja, carros, junk food, refrigerantes, empresas de telefonia, entre outros. Ou seja, se beber, não critique.

FONTE: RICO SURF

Morre o lendário surfista Montgomery "Button" Kaluhiokani


Depois de meses de luta contra o câncer de pulmão, um dos surfistas mais influentes e revolucionárias do mundo deixa toda a comunidade do surf em luto. Morreu aos 54 anos, na tarde deste sábado, o lendário Montgomery "Button" Kaluhiokani, após meses de dura luta contra o câncer de pulmão,.
Ele deixou esposa e oito filhos e um grande vazio pela perda de um dos representantes mais revolucionário da velha escola de surf.

Desde 1970, quando iniciou sua carreira, Button tem sido reconhecido por seu estilo macio e liso que influenciou grandes surfistas atuais.

Ganhou várias competição importantes, como o Pro Pipeline Masters Malibu e Peru International.

Montgomery "Button" Kaluhiokani enfrentou primeiro uma batalha contra as drogas que o mantiveram longe da cena do surfe a partir de meados dos anos 80 a meados dos anos 90.
Nos últimos tempos tinha superado as dificuldades e conseguido abrir uma escola de surf até descobrir a doença.

Recentemente seus amigos criaram um fundo para apoiar a família com as altas despesas médicas que ainda existem.

Para quem quiser doar qualquer quantia o link do fundo é http://www.gofundme.com/41uz7s

FONTE: Ana Paula Ribeiro
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