
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O melhor do mundo já tinha dado mostras de sua contrariedade em campo. Aos 24 minutos de jogo, quando empatou o placar pela primeira vez, saiu vociferando para extravasar, provavelmente contra a torcida que criticava o time. Pouco depois, aos 30, foi punido com cartão amarelo por falta dura em Höger. No segundo gol, aos 45, foi mais efusivo, fazendo a tradicional comemoração pulando e abrindo os braços para baixo ao tocar com os pés no chão.
Mas, nos 45 minutos finais, Cristiano Ronaldo teve atuação sofrível como o Real. Deu um chute fraco aos 18, num giro na entrada da área, mas foi só. Passou sufoco em campo e saiu das quatro linhas sob vaias, com cara de poucos amigos. A mesma que fez ao deixar o Santiago Bernabéu.
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Mesmo de mal com a vida, o melhor do mundo pode comemorar alguns recordes novos. Além de se tornar o maior artilheiro de competições europeias, empatou com Messi na história da Champions, com 75 gols. Contribui para a marca o fato de ter se igualado ao seu companheiro de time Casillas, ao também goleiro Victor Valdés, ex-Barcelona e atualmente no Manchester United, Xavi e Lampard, ídolo do Chelsea que defende agora o Manchester City, como jogador com mais partidas na fase de mata-mata do torneio, com 51.
FONTE: GLOBO ESPORTE
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