sábado, 11 de abril de 2015

Quais alimentos são mais propícios a causar alergia? Detectá-la não é fácil


Diversos alimentos podem provocar algum tipo de reação alérgica, onde as reações mais comuns são: urticária, inchaço nas pálpebras e lábios, coceira nos olhos, dores de estômago, diarréia, vômitos, tosse e até mesmo dificuldade de respirar. Dentre os alimentos alergênicos, os que mais nos expõem ao serem consumidos são: soja, trigo, ovo, peixe, alguns cereais e o leite bovino. A proteína presente nestes alimentos é a principal responsável por desencadear importantes reações alérgicas. Os alimentos apresentam diversos níveis de alergenicidade, logo se classificam como:muito alergênicos, frequentemente alergênicos, raramente alergênicos e não alergênicos.

Algumas frutas se encontram no grupo dos muito alergênicos: morango e laranja são exemplos

Dentre os alimentos muito alergênicos estão algumas frutas (abacaxi, banana, coco, laranja, maçã, manga, morango e pêssego), vegetais como alho, cebola, ervilha, lentilha e tomate, alguns cereais e oleaginosas (aveia, amendoim, avelã, castanha do Pará e nozes). Proteínas de origem animal estão também nesta categoria como o camarão, carne de porco, moluscos, ovos e peixes. Açúcares como cana de açúcar, seus derivados e o chocolate tem grande potencial alergênico. E para finalizar este grupo estão a canela e os corantes sintéticos.

Existem aqueles alimentos que frequentemente desenvolvem alergias: abacate, framboesa, melão, pêssego, abricó, acelga, alface, agrião, aipo, berinjela, couve, cebolinha, cenoura, pepino, pimentão, pinhão, amêndoas, arroz, batata doce, batata inglesa, castanha de caju, centeio, cevada, gergelim, milho, trigo, carne bovina, feijão, grão de bico, soja, óleo de algodão, de linhaça e de girassol, azeitona, cravo, mostarda, noz moscada e café. Já na classe dos alimentos que são raramente alergênicos estão as frutas como: ameixa, amora, banana cozida, caqui, figo, fruta do conde, guaraná, goiaba, jabuticaba, limão, maçã cozida, mamão, melancia, pêra e tâmara. A abóbora, alcachofra, aspargo, chicória, chuchu, couve flor, espinafre, palmito, quiabo, rabanete, repolho e salsão cozido estão na lista dos vegetais com menor teor alergênico. Cereais e tubérculos tipo beterraba, cará, sagu e proteína animal como carne de carneiro, carne de coelho, frango e peru também estão neste time, junto com os óleos de oliva e milho.

Bebidas como chá preto e chá da índia podemos consumir com menos preocupação, além das ervas e condimentos como a hortelã e a mostarda preta. Os alimentos classificados como não alergênicos são a carambola, damasco, jaca, maracujá, pitanga, romã, tamarindo, abobrinha, alcaparra, almeirão, brócolis, cenoura cozida, gengibre, tapioca, azeite de dendê, anis, coentro, louro, manjericão, salsa, gelatina e açúcar refinado.
saiba mais.

Mas como descobrir qual alimento estaria me causando uma alergia? É uma conduta que exigebastante paciência, onde a nossa própria observação é capaz de definir a possível causa desta reação alérgica. Uma das formas que nós nutricionistas utilizamos para tentar detectar o alimento alergênico, é elaborando um plano alimentar onde não inclui-se os alimentos que são considerados alérgenos. Essa dieta normalmente é mantida durante 3 a 5 dias. Se os sintomas desaparecerem, o plano dietético é mantido, porém com a adição de um ou mais novos alimentos com potencial alergênico em um intervalo de 2 a 3 dias.

Na maioria das vezes, os alimentos que causam algum sintoma, devem ser evitados. Com tudo isso, a incidência de alergia alimentar cresce em todo o mundo, gerando uma grande necessidade de uma rotulagem mais detalhada e completa destes alimentos ou ingredientes alergênicos, principalmente o leite, a soja, ovos, trigo, peixes, crustáceos, amendoim, oleaginosas e milho. No entanto essa questão ainda não foi totalmente elucidada pela ANVISA, com isso a população em geral que convive com algum tipo de alergia alimentar, continua ingerindo determinados alimentos de forma insegura. Ou seja, continuam expostos a essas reações por uma falta de clareza nos rótulos para o consumidor.

* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.

FONTE: NATALIA DE OLIVEIRA

Vídeo Mentawai - Overdose de Macaronis


Dizem que uma das esquerdas mais perfeitas do mundo, localizada em Mentawai, Indonésia, foi nomeada pelo Mussum, humorista integrante do grupo “Os Trapalhões”, após uma surf trip mágica.

Brincadeiras a parte, o francês Joan Duru levou a sério a oportunidade que teve de surfar Macaronis e fez a mala com tubos, rasgadas, batidas, aéreos... A onda é muito perfeita e isso pode ser visto mais uma vez no vídeo abaixo, produzido pela galera da Indo Vibes.

As imagens foram registradas num domingo perfeito em Mentawai.

Assista:

Imagens: Victor Cestari e Lucy Ravizza.
Edição: Victor Cestari.
Agradecimentos especiais: Chris Wyms (imagens do drone).
Música: Little Dragon - My Step.
Produção: Indo Vibes.





FONTE: CARLOS MATIAS

Rosberg lamenta ficar a 4 centésimos da pole de Hamilton: "Piscar de olhos"


O tom de Nico Rosberg ao saber pelo rádio que não havia conseguido a pole position para o GP da China no treino classificatório deste sábado evidenciou a decepção do alemão em ter sido batido pela terceira vez em três etapas pelo companheiro de Mercedes, Lewis Hamilton. Dessa vez foi por pouco, mais precisamente 42 milésimos. Nos instantes finais da sessão, Nico melhorou sua marca para 1m35s824 e passou raspando em alcançar o 1m35s782 anotado pelo britânico.

- Quando são apenas quatro centésimos, não é nada, sabe? Então estou frustrado. Foi muito perto e claro que eu queria a pole hoje. O fato de serem só quatro centésimos incomoda ainda mais. É muito, muito próximo. Foi um piscar de olhos - lamentou o piloto, que saiu com cara de poucos amigos do treino e sequer cumprimentou Lewis durante a tradicional foto dos três primeiros.

A TV Globo transmite o GP da China neste domingo, a partir das 3h (horário de Brasília)

Nico Rosberg sai irritado após não conseguir pole no treino classificatório para o GP da China (Foto: EFE)

Com um tempo tão próximo do de Hamilton, Rosberg diz que não é possível dizer que determinada parte da volta lhe custou a pole:

- Não dá para determinar um trecho específico. Uma volta nunca é 100%. Eu fiz uma boa volta, mas sempre é possível ver que daria para encontrar aquele tempo extra – ressaltou.

Último a sair dos boxes para a tentativa final de volta rápida no treino deste sábado, Nico deu uma leve cornetada em sua equipe por terem demorado a mandá-lo para a pista:

- Precisamos ver isso. Não precisavam me colocar sob uma pressão dessas. Não acho que me custou alguma coisa, mas mesmo assim foi decepcionante ter que acelerar (na volta de aquecimento). Isso é bastante incômodo - ressaltou.

Nico e Hamilton após sessão que definiu grid de largada em Xangai (Foto: AFP)

Largando atrás de Hamilton novamente, Nico só pensa em dar um calor no companheiro de equipe e rival na briga pelo título:

- A situação é essa e ainda sigo confiante para amanhã. Foquei o ajuste do meu carro no ritmo de corrida. Sei que os pneus serão um fator decisivo. Pretendo colocar muita pressão em Lewis.

O GP da China, válido pela terceira etapa do campeonato, tem largada marcada para 3h da madrugada (pelo horário de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo e em Tempo Real no GloboEsporte.com, neste link.




FONTE: GLOBO ESPORTE

Vídeo “Pedra Gravada” - Início de outono no pico de Niterói


A nova produção da Mr Sport Films, “Pedra Gravada”, significado de Itacoatiara em tupi, traz muita ação no pico de Niterói neste início de outono.

João Zick, Bruninho Santos, Dudu Pedra entrou outros excelentes atletas aparecem pegando bombas ao som de New Order, numa homenagem aos anos 80.

FONTE: RICO SURF


Vale o play!

Imagens: Pedro Rodrigues.




Pedra Gravada from MR Sport Films on Vimeo.

Com 1,59m e 80kg, atleta paranaense desafia padrões do nado sincronizado

Flavia dall'acqua, Mayra, Nado Sincronizado (Foto: Satiro Sodre/SSPress)

Os bastidores de uma competição de nado sincronizado se assemelham aos do mundo da moda. Na correria para ajeitar maquiagem, figurinos e cabelos, predominam as atletas altas e magras. Em um esporte em que o estereótipo corporal é extremamente rígido tanto por padrões técnicos quanto estéticos, uma atleta de 1,59m e 80kg desafia qualquer padrão. Após anos lidando com críticas, Flávia Dall’Acqua entendeu que, se sua vida como nadadora profissional não teria futuro, sua continuidade no esporte se fazia necessária pela superação pessoal e como exemplo para outras meninas que também amam o balé das piscinas.

A mãe de Flávia, Josiette, foi atleta de nado sincronizado e hoje é técnica da equipe da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFP). Assim, a menina que hoje tem 24 anos conviveu com o esporte desde a infância. Quando veio a adolescência, porém, um problema na tireoide aflorou e desencadeou um significativo ganho de peso. Quanto mais quilos a balança indicava, mais críticas a jovem atleta ouvia.

Apesar de sofrer com algumas das colocações, principalmente de treinadores de outras equipes, Flavia decidiu que seguiria no esporte a qualquer custo. Se o biótipo não facilitava a evolução a um nível mais profissional, ela dedicou-se na área acadêmica e adotou uma rotina puxada para conciliar com os treinos. Hoje é formada em Educação Física, dá aulas de natação e auxilia a mãe com a equipe da universidade paranaense – e também atua como atleta.

- Eu nem sempre fui dessa forma física em que estou. Quando comecei a engordar fui muito criticada. Nosso esporte é muito visual, tem um estereótipo bem classificado, meninas altas, magras, e não me encaixo eu nenhum desses padrões. Mas acho que não tem por que não praticar, porque é saúde física e mental. Esse esporte é minha vida e nunca pararia por isso. Eu sendo provavelmente a pessoa com estereótipo mais diferente pode chamar atenção para o lado positivo também. Eu mostro que as pessoas podem sim praticar e até participar de uma competição grande. Por que não? Acho que esse esporte é muito bonito para se reduzir a uma parcela tão pequena da população – disse Flávia.

Flavia, à direita, mergulha na piscina do Parque Aquático Maria Lenk (Foto: Satiro Sodre/SSPress)

No nado, busca-se a maior uniformidade possível entre as atletas, não apenas nas características físicas, mas sobretudo na sincronia dos movimentos. Assim, é fundamental que todas executem os elementos com os mesmos graus de flexibilidade, altura e velocidade. Para manter-se na água nos mesmos parâmetros das companheiras, Flávia precisa fazer um esforço muito maior do que as demais.

- Na minha equipe só tem meninas do estereótipo, e para elas fazerem um movimento precisam de uma força "x". Eu tenho que ter a mesma altura que elas na água, porque é uma questão técnica, então preciso de uma força "2x" para me sustentar, então é complicado. Se for colocar em números, eu provavelmente sou a mais forte dali, porque sou quem tem que levantar mais peso. Eu vejo gente treinando com caneleira, mas querendo ou não é como se eu fizesse competição com caneleira (risos). Dentro da água influencia bastante a questão de flexibilidade e força. Ser acima do peso claro que dificulta. Mas mesmo assim estou fazendo dueto, estou muito feliz com meu desempenho da forma que é.

A satisfação pessoal da atleta, no entanto, se refere mais ao sentimento de dever cumprido do que às notas que sua equipe recebe dos jurados. Como o IV Brazil Synchro Open é aberto a clubes, a UTFP participou dos eventos no Parque Aquático Maria Lenk. Na sexta-feira, na rotina técnica, Flavia fez dueto com Mayra Paes e ficou na nona e última colocação com 57.0659 pontos, quase 13.000 pontos atrás do oitavo colocado.

Neste sábado, a UTFP apenas se apresentou, sem competir, na disputa da rotina técnica por equipes. A nota 53.2200 colocaria o time na última colocação, enquanto a Ucrânia liderou com 88.4631, seguida por Espanha (87.1811) e Brasil (81.7000). Para a técnica e mãe Josiette, os números refletem não apenas a defasagem técnica de um time amador em relação a seleções profissionais, mas também o preconceito existente na modalidade.

Flavia com sua mãe e técnica, Josiette 
(Foto: Helena Rebello)

- É complicado porque o esporte prefere ainda atletas com outro tipo de biótipo. A gente geralmente vê isso nas notas. Mas a gente não se importa por isso. Dentro da universidade a gente faz mais um projeto social e aceita todo tipo de atleta. (...) Muita gente pensa que o problema (da Flávia) está relacionado à comida, mas é muito mais profundo. A tireoide dela não funciona. Como mãe, é muito duro ouvir isso porque vejo que ela faz sacrifícios, faz dieta, mas é difícil. Apesar de ter o peso, ela treina muito mais do que a maioria das minhas atletas, apesar de que os árbitros não olham ela como olhariam para uma atleta mais magra. Tem esse preconceito, tanto é que na própria seleção tem esse critério.

O critério a que Josiette se refere é sobre a utilização do percentual de gordura das atletas como um fator de grande influência em um possível corte na seleção brasileira. Treinadora da seleção, Maura Xavier afirma que o biótipo é fundamental na busca pelo alto rendimento e comentou que a técnica canadense Julie Sauvé, que hoje também trabalha com a seleção brasileira, se surpreendeu com o tipo físico médio que encontrou por aqui.

- A Julie chegou no Brasil e viu bundinha, viu coxinha, tudo maior. Não é só porque o biótipo é magro, mas a pessoa mais leve vai sair mais da água. Você perde em velocidade e em execução (com mais peso). Além disso é um esporte estético sim. Não é só uma questão estética, mas de performance. Hoje em dia o biótipo é bem forte em cima, braço forte e perna leve, como um triângulo. A gente gosta de percentual bem baixo. Hoje na seleção temos percentual de 6%, 7% de gordura. O mais alto, que é muito alto, é 13%.

Na rotina livre do dueto, neste sábado, a UTFP foi representada por Stefani Bhorer e Jessica Spitz e terminou na nona colocação com 53.0333 pontos. A Ucrânia venceu com 90.9667, com Canadá (89.0667) e China (88.2000) na sequência. Neste domingo, Mayra Paes representará a instituição paranaense no solo, e Flávia Dall’Acqua voltará à piscina do Maria Lenk na disputa por equipes na rotina livre.

FONTE: GLOBO ESPORTE

sábado, 4 de abril de 2015

Receita de Ovo de Páscoa caseiro trufado

Receita de ovo trufado caseiro 1

Atualmente, a sensação da Páscoa em termos de chocolate são os ovos trufados. Se antes já era uma delícia o ovo comum acompanhado de bombons, agora o desejo do momento são os ovos que contêm a casca dupla, recheada com creme de trufas. É uma maravilha, não é mesmo? Só que esses produtos estão entre os mais caros do mercado, por isso algumas pessoas estão apostando na confecção caseira.

Confira como fazer o seu ovo trufado em casa:



Ingredientes:

. 250 g de chocolate meio amargo

. 1/4 de xícara (chá) de creme de leite sem soro

. 1 kg de chocolate branco picado

. 1 colher (sopa) de chocolate ao leite derretido

Modo de preparo:

Primeiro, derreta o chocolate meio amargo em banho-maria e depois retire do fogo. Após, acrescente o creme de leite sem parar de mexer até formar uma pasta brilhante. Reserve a mistura na geladeira até o dia seguinte.

Depois desse descanso, derreta o chocolate branco no micro-ondas por 3 minutos na potência média. Retire do micro e mexa até acabar de derreter. Passe o chocolate para um recipiente limpo e bem seco, então, continue mexendo o chocolate até que esfrie.

Pincele o chocolate derretido em uma forma própria para ovo e leve-a à geladeira com a boca virada para baixo, posicionada sobre papel alumínio. Deixe secar até a forma ficar opaca. Retire o ovo da geladeira e espalhe a ganache dentro, deixando um borda de 1 cm sem o recheio.

Após, faça uma nova camada de chocolate derretido sobre o recheio e retorne com a forma à geladeira. Deixe secar novamente. Depois, retire com cuidado e faça arabescos com o chocolate ao leite derretido. Deixe o ovo descansar na temperatura ambiente por 1 hora.

Por fim, embrulhe cada metade em papel-chumbo, junte-as e embale com papel decorado. Está pronto o seu ovo trufado. Esta receita dois ovos com cerca de 600g cada um. Você também pode fazer ovos menores, assim irá render mais quantidade.

Assista abaixo alguns vídeos com outras receitas de ovo de páscoa caseiro trufado :







FONTE: TODA PERFEITA

Osasco monta paredão e bate o rival Sesi-SP no tie-break na 1ª semifinal


Os braços erguidos de Thaísa comemoravam mais um bloqueio. Só o abraço da amiga Camila Brait fazia desmontar brevemente a muralha azul do Osasco. O paredão levou o time à vitória sobre o rival Sesi-SP neste sábado, na abertura da série semifinal da Superliga de vôlei. Adenízia também ajudou a erguer o muro, responsável por 27 pontos, mas todas as titulares contribuíram no fundamento que desequilibrou o clássico paulista - as donas da casa anotaram somente 12 pontos de bloqueio. Assim, apesar de uma reação empolgante e da pressão da torcida vermelha no ginásio da Vila Leopoldina, o Sesi não segurou as rivais no tie-break e caiu por 3 a 2 - parciais de 25/11, 26/24, 22/25, 20/25 e 15/10. Os times, que também mediram forças nas semis da última temporada, escreveram mais um capítulo da rivalidade local, mas desta vez com um vencedor diferente. O Osasco ficou a um passo de retornar à final da Superliga.

- Fizemos dois sets muito bons. Sacamos e defendemos bem, mas no terceiro e no quarto sets, caiu um pouco a concentração. Sabemos que isso não pode acontecer. Mas ressalto a importância da concentração do time no quinto set. Todo mundo colocou a cabeça no lugar, e conseguimos fazer um bom tie-break - disse a líbero Camila Brait, eleita a melhor jogadora da partida.

Bloqueio do Osasco foi o ponto forte na vitória sobre o Sesi no clássico paulista (Foto: Luiz Pires/Fotojump)

Brait foi o destaque do Osasco na defesa, e a ponteira Ivna foi a principal arma de ataque. Entre golpes potentes, largadinhas e bloqueios, ela teve 25 acertos para ser a maior pontuadora da partida. A cubana Carcaces, com 18 pontos, e a central Adenízia, com 17, também ajudaram bastante no triunfo.

- A força do grupo tem me ajudado bastante para conseguir atacar bem. Estou muito feliz. Vamos para o segundo jogo, porque não tem nada ganho ainda - disse Ivna, que retornou ao Osasco depois de uma temporada justamente no Sesi.

A vitória na casa das rivais quebrou uma série de derrotas do Osasco no clássico paulista. Depois de pouco mais de um ano e de seis duelos, o time de Luizomar voltou a superar o Sesi, justamente na reta final da Superliga. Agora basta mais um triunfo no confronto para o pentacampeão nacional voltar a uma decisão, direito que lhe foi tirado pelo Sesi no ano passado, interrompendo uma sequência de 12 anos.

O Sesi, por outro lado, tenta não se abater pelo tropeço para se manter vivo na série e forçar o terceiro jogo. Só que as paulistanas têm de vencer o rival fora de casa, no ginásio José Liberatti, na sexta-feira, às 22h - o SporTV transmite a partida ao vivo, e os assinantes do canal podem assistir também pelo SporTV Play.

- Jogamos muito mal. Mesmo cometendo vários erros, não obedecendo taticamente, conseguimos fazer um jogo de igual para igual. Tem muito para acontecer ainda. Muito jogo para rolar. É pensar na sexta-feira já - disse a capitã Fabiana, maior pontuadora do Sesi, com 18 acertos.

O JOGO

Carcaces ataca para o Osasco
(Foto: Luiz Pires/Fotojump)

A torcida do Sesi pintou o ginásio da Vila Leopoldina de vermelho para empurrar o time da casa. Só pararam de cantar no minuto de silêncio em homenagem a Thomaz Rodrigues Alckmin, filho do governador de São Paulo Geraldo Alckmin, morto após a queda de um helicóptero na última quinta-feira. A pressão da arquibancada deu certo no começo do jogo. O Osasco se perdeu em erros e viu o time da casa abrir 4 a 0. Depois de um tempo de Luizomar, Thaísa deu início à reação em um bloqueio, e os fortes ataques de Ivna puxaram a virada em 8 a 7. A pequena torcida do rival começou a fazer barulho e ajudou a erguer a muralha azul do Osasco - foram sete bloqueios no primeiro set. A ponteira Gabi também mostrou eficiência no saque com dois aces para levar a vantagem das visitantes a 16 a 9. Por mais que o técnico Talmo de Oliveira mudasse as peças do Sesi, colocando em quadra a levantadora Claudinha no lugar de Carol Albuquerque, a distância só aumentou. A cubana Carcaces cresceu no ataque, comandou a arrancada final das visitantes e fechou a parcial em 25 a 11.

Com o time titular de volta à quadra, o Sesi se reencontrou e começou o segundo set na liderança. Só que mais uma vez o bloqueio do Osasco apareceu para puxar a virada: 8 a 6. Apoiadas nos ataques da central Fabiana e da ponteira Suelle, as anfitriãs não deixaram as rivais deslancharem, mas também não conseguiram a virada. Ivna não deu espaço para isso. A ponteira cresceu na partida, ora nas pancadas, ora nas largadinhas. O bloqueio, que tanto ajudou as visitantes, foi também o ponto da virada das anfitriãs na reta final do set. Parecia que o Sesi conseguiria levar a parcial, mas seguidos erros de ataques minaram o time, e o Osasco venceu por 26 a 24.

Precisando da vitória no terceiro set, o Sesi não jogou a toalha e abriu vantagem, liderado pelos ataques precisos da capitã Fabiana. Os erros do Osasco - foram 11 na parcial - também contribuíram para que as anfitriãs abrissem 16 a 10. A muralha azul das visitantes até ensaiou puxar uma reação, mas desta vez o ataque da casa acertou a mão e não permitiu mais uma virada: 25 a 22.

Ex-Sesi, Ivna foi a maior pontuadora da partida e ajudou o Osasco na vitória sobre o rival (Foto: Luiz Pires/Fotojump)

Se o bloqueio era o ponto forte do Osasco, os erros, principalmente os de ataque, minavam o time. Assim como no terceiro set, o Sesi se aproveitou dessas falhas das rivais para abrir vantagem: 8 a 4. O paredão das visitantes apareceu para equilibrar a partida, mas o Sesi deu o troco na mesma moeda. Lideradas pelos golpes de Suelle, as anfitriãs cresceram na partida, encontraram a forma de explorar o forte bloqueio das rivais para animar a torcida vermelha. Os gritos de "eu acredito" já anunciavam o tie-break, e o Sesi confirmou isso ao levar a parcial por 25 a 20.

Capitã do Sesi, Fabiana cresceu no set de desempate. Com dois bloqueios, justamente a principal arma do Osasco, a central bicampeã olímpica colocou as anfitriãs em vantagem. As visitantes permaneceram na cola, apoiadas pelos ataques de Ivna, e empataram em 8 a 8. Foi quando a muralha azul voltou a aparecer, com Thaísa e Mari. Com 13 a 10 no placar a favor das visitantes, a torcida do Sesi ainda cantava "eu acredito", mas não havia mais tempo para uma nova reação. O Osasco fechou em 15 a 10 e saiu na frente na série semifinal da Superliga.

A SÉRIE

Jogo 1: Sesi-SP 2 x 3 Osasco, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo
Jogo 2: 10/04, 22h - Osasco x Sesi-SP, no ginásio José Liberatti, em Osasco (SporTV)
Jogo 3: 14/04, 19h - Sesi-SP x Osasco, no ginásio da Vila Leopoldina em São Paulo (SporTV) - se necessário

FONTE: GLOBO ESPORTE
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