quinta-feira, 3 de abril de 2014

KELLY SLATER DEIXA A QUIKSILVER

GO-SURF-BLOG-KELLY-SLATER-DEIXA-QUIKSILVER-PATROCINADOR-ABANDONA-PROJETO-GRUPO-KERING-001

O (indiscutivelmente) maior nome que o mundo do surf já ouviu falar acaba de mudar o rumo e deixar muita gente desacreditada. Não, parece que não é primeiro de abril, a informação bombou na madrugada de ontem pra hoje nos principais sites de surf do mundo todo com a manchete “Kelly deixa a Quiksilver”.

Segundo as fontes, Kelly deve realmente deixar a marca que o patrocinou desde o início da década de 90 (quando ele tinha apenas 18 anos) para se focar em um projeto com o Grupo Kering, encabeçando empresas como Volcom, Puma, Gucci e Saint Laurent.

O anúncio foi feito através de uma carta escrita pelo próprio Kelly e apesar de ter sido divulgada hoje, primeiro de abril, a saída de Kelly após 23 anos de patrocínio da Quiksilver abre novos rumos sobre o marketing esportivo aplicado à essa modalidade. Kelly também foi head de um projeto de uma piscina de ondas artificiais que até hoje segue embargado na justiça com alegação de cópia do projeto do Webber Wavehouse.

O site The Innertia divulgou, há um mês atrás, um vídeo da série “HeadSpace”, trazendo uma entrevista com Kelly. Vale conferir:



HEADSPACE: Kelly Slater, Pt. 1 from The Inertia on Vimeo.

FONTE: FRANCISCO ZUCCATO

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas - 1 (© Fotos: AgNews; Artur Igrecias SBT)

FONTE: KARINA COSTA

Mesmo prezando pelo conforto no período de gestação, a mulher pode encontrar leveza em roupas cheias de estilo. Para quem curte saber tudo sobre as celebridades e quer estar sempre antenada com a moda, o momento da gravidez pode fazer com que essas mamães se sintam um pouco fora de "sintonia". Pois os modelitos, necessariamente e por um bom motivo, precisarão ser modificadas.

Mas fiquem tranquilas, pois há muitas famosas que estão grávidas e lançando tendência de estilos por aí, entre elas Wanessa Camargo, Patrícia Abravanel e Sandy. Quer copiar os looks e ficar estilosa como elas? O Tempo de Mulher conversou com a consultora de imagem e idealizadora do blog Look do Dia, Chris Francini, para dar dicas valiosas sobre os modelitos das mamães grávidas.

O vestido da cantora Wanessa(foto), por exemplo, é um dos que pode ser copiado. "É um estilo bacana para as grávidas, pois marca levemente a cintura e desce fluido, além de ser elegante", opina. O de Patrícia Abravanel(foto) também é um dos indicados pela consultora. "A pele dos ombros à mostra dá a sensação de afinar a silhueta. Evidenciando essa parte do corpo cria-se um certo volume na parte de baixo, equilibrando as proporções", ensina.

Já no caso de Mirella Santos (foto), a consultora ressaltou a blusa escolhida. "Regata corte A - levemente acinturada, abrindo mais na barra, formando um 'A' - é superindicada para grávidas", ensina Chris, que também é autora do livro “Grávida com Estilo”.

Vamos conferir os looks? Escolha o que combina mais com o seu estilo e seja uma mamãe bastante estilosa!


Alinne Moraes

'A atriz preferiu um vestido solto e confortável. Ele tem uma leve assimetria, sendo mais curto na frente. Ótimo para quem está com as pernas em ordem', opina a consultora Chris Francini.

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas - 1 (© Fotos: AgNews; Artur Igrecias SBT)

Bárbara Borges

'A atriz preferiu mostrar a barriga. Mesmo em um evento casual como o Carnaval, a ideia não agrada. Ficaria mais bacana combinada com uma terceira peça, como um colete', diz. 'O jeans para grávidas precisa ser confortável e com cós de elástico. Minha dica é usá-lo com top mais comprido para ficar mais harmonioso'.

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas - 1 (© Fotos: AgNews; Artur Igrecias SBT)

Ciara

'A cantora conseguiu unir sensualidade e elegância em seus dois looks. O primeiro é justo, mas a capa longa ajudou a equilibrar. A legging é uma opção confortável e ótima para a gravidez. O bacana é que hoje encontramos leggins com informação de moda, como detalhes em couro, por exemplo. Isso valoriza a produção e é uma ideia para sair do básico', comenta. 'O segundo look traz a elegância da alfaiataria em tons escuros, criando a sensação de afinar a silhueta'.

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas - 1 (© Fotos: AgNews; Artur Igrecias SBT)

Drew Barrymore

'A atriz acertou apenas no segundo look, fazendo uma silhueta mais sequinha e elegante. Tanto a saia longa quanto o vestido têm pano em excesso, aumentando o campo visual', explica.

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas - 1 (© Fotos: AgNews; Artur Igrecias SBT)

Fernanda Pontes

'Ela escolheu uma modelagem bacana, com cintura marcada, mas errou no comprimento. Ele é muito curto e nada confortável para o dia. Acredito que um comprimento perto do joelho seja mais elegante. Mas se preferir o curto, de repente uma legging ou meia-calça para usar junto, é uma ideia que agrega', comenta sobre o look da apresentadora e atriz Fernanda Pontes.

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas - 1 (© Fotos: AgNews; Artur Igrecias SBT)

Gwen Stefani

'O preto é uma cor que favorece toda mulher, grávida ou não. No caso, a cantora escolheu um vestido com decote princesa descendo levemente no quadril e usou com jeans sequinho. Um look de atitude e muito pessoal. Uma legging com sapatilha deixaria a produção mais elegante'.

Grávidas: inspire-se nos looks das famosas - 1 (© Fotos: AgNews; Artur Igrecias SBT)

Mirella Santos

'O look propôs casualidade e mostrou que se as pernas estiverem em ordem, um short curto é bem-vindo. A combinação com regata de tecido fluido valorizou o look esportivo'. Segundo a consultora, a regata corte A - levemente acinturada, abrindo mais na barra, formando um 'A' - é superindicada para grávidas.

FONTE: MSN

Os pratos que consagraram Helena Rizzo

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

A chef brasileira Helena Rizzo, do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo em uma premiação que faz parte do 50 Best Awards, prêmio da revista britânica "Restaurant" que todo ano elege os melhores restaurantes do mundo. Confira alguns dos pratos que a tornaram famosa.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

O Maní é o restaurante com o maior número de vitórias no Prêmio Paladar: conquistou o topo do pódio oito vezes. A primeira foi em 2008 com este peixe no tucupi e banana-da-terra (foto).

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Em 2011, o júri do Prêmio Paladar se rendeu a duas receitas impecáveis do Maní. Uma delas é esta bochecha de boi com purê de batata-doce.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Delicado e ao mesmo tempo surpreendente, o nhoque de mandioquinha e kuso com dashi de tucupi foi mais um vencedor do Prêmio Paladar de 2011.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Um dos pratos mais emblemáticos do Maní, o maniocas traz tubérculos assados com perfeição e servidos com espuma de tucupi e leite de coco.


Não parece. Mas é uma feijoada. À moda de Helena e Daniel, claro. Nesta releitura surpreendente do clássico brasileiro, o prato traz carpaccio de pé de porco, com esferas de feijão, paio, laranja e couve.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Lembrança dos almoços em família, a salada waldorf da Helena é servida nesta versão linda e repaginada, com gelatina de maçã com sorbet de aipo, nozes caramelizadas e emulsão de gorgonzola.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Combinação irresistível: flan de queijo da Serra da Canastra com doce de leite, servido com sorbet de goiaba e sequilho de araruta.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Não espere um docinho qualquer. Como sugere o nome, Da Lama ao Caos é uma sobremesa para paladares adultos, com doce de berinjela defumada, coalhada de leite de cabra, pistaches caramelizados, gelatina de água de flor de laranjeira, sorvete de gergelim preto e crocante de massa filo.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Brincadeiras dos chefs, a sobremesa O Ovo é montada com sorvete de gemada, espuma de coco e coquinhos crocantes.

A chef do restaurante Maní, em São Paulo, foi eleita a melhor chef mulher do mundo - 1 (© Divulgação)

Uma das boas pedidas para começar a refeição: bombom de foie gras com goiabada e capa de vinho do Porto.

FONTE: MSN

Com brasileiros dispostos a acabar com tabu, GP2 começa no Bahrein

André Negrão e Felipe Nasr, representantes brasileiros na GP2 (Foto: Divulgação)
André Negrão e Felipe Nasr, representantes brasileiros na GP2 (Foto: Divulgação)

Com oito títulos no Mundial de Pilotos, o Brasil só fica atrás de Reino Unido e Alemanha quando o assunto é o ranking de países mais campeões da história da Fórmula 1. Na GP2, no entanto, a realidade é bem diferente. Em nove temporadas já disputadas de uma das principais categorias de acesso à F-1, os brasileiros bateram na trave algumas vezes, com os vices de Nelsinho Piquet (2006), Lucas di Grassi (2007), Bruno Senna (2008) e Luiz Razia (2012), mas ainda não fizeram o tão esperado gol. Este ano, a missão de acabar de vez com o tabu está nas mãos de Felipe Nasr e do estreante André Negrão. A disputa começa neste fim de semana, e o SporTV exibe ao vivo a rodada dupla no Bahrein. Os treinos livres do GP do Bahrein começam às 6h (de Brasília), e o treino classificatório acontece no mesmo dia, às 14h. A primeira corrida da rodada dupla tem largada marcada para as 7h10, com transmissão ao vivo do SporTV2. A corrida do domingo será exibida ao vivo no SporTV, a partir das 8h15.

Felipe Nasr conciliará GP2 com o cargo de piloto reserva da Williams (Foto: Paolo Pellegrini)

Felipe Nasr encara jornada dupla

Aos 21 anos, Felipe Nasr terá jornada dupla em 2014. O brasiliense conciliará sua terceira temporada da GP2 - a segunda pela equipe inglesa Carlin - com a função de piloto reserva da Williams na Fórmula 1. Enquanto dá seus primeiros passos na categoria mais nobre do automobilismo mundial, Nasr destaca que sua grande meta este ano é levantar a taça da divisão de acesso. No último campeonato, o piloto subiu ao pódio em seis corridas - quatro delas em segundo lugar - e ficou boa parte do ano como vice-líder, mas acabou terminando a disputa na quarta posição.

- Fiz muitos testes com o carro em configuração de corrida, que é sempre a parte mais crítica por causa do consumo dos pneus, e fui muito bem. Estou muito animado com as possibilidades deste ano e lutar para conquistar esse título ainda inédito para o Brasil, de campeão da GP2 - afirma o xará de Felipe Massa, titular da Williams na F-1.

Reserva do xará Massa na Williams, Felipe Nasr mira título da GP2 após terminar em quarto no ano passado (Getty)

No ano passado, quando a etapa do Bahrein foi a segunda do calendário da GP2, Nasr terminou com quarto e segundo lugares na pista de Sakhir. Desta vez, a corrida no pequeno país do Golfo Pérsico promete ser ainda mais emocionante. Foi neste circuito que o brasiliense travou o primeiro contato com um monoposto de F-1, durante os testes da pré-temporada, em fevereiro. Nesta sexta-feira, o piloto se revezará entre os treinos da GP2, às 6h (de Brasília), e nada menos que 90 minutos de práticas ao volante da Williams, a partir das 8h, durante a primeira atividade da categoria principal para o GP do Bahrein.

Apesar da empolgação com a Williams, o brasileiro não descuida da GP2. A categoria, que entra em sua 10ª temporada, foi criada em 2005 para modernizar a antiga Fórmula 3000 e servir como peneira para a Fórmula 1. Desde então, a divisão de acesso já revelou talentos como o campeão mundial de 2008, Lewis Hamilton, e seu companheiro da Mercedes, Nico Rosberg, além de nomes de peso como Nico Hulkenberg, Pastor Maldonado e Romain Grosjean. Nos testes da pré-temporada da GP2, Nasr ficou com o sexto melhor tempo geral (1m39s829). O resultado discreto, no entanto, não desanima o jovem piloto.

- Os testes práticos da GP2 serviram para conhecer e acertar o passo com o meu novo engenheiro e o meu companheiro de equipe o colombiano Julian Leal. Aproveitei para fazer muitas saídas simulando as condições do carro durante as provas, usando os dois tipos de compostos que teremos e estou muito satisfeito com o resultado - avalia Felipe.

Com o carro da Carlin, Nasr fez o 6º melhor tempo geral nos testes da pré-temporada no Bahrein (Foto: Paolo Pellegrini)



Filho do ex-piloto Guto Negrão, André Negrão tem o automobilismo no DNA (Foto: Divulgação)

Aos 21 anos, André Negrão estreia na GP2

Enquanto a experiência é a principal arma do brasiliense Nasr na briga pelo título de 2014, o estreante André Negrão terá a longa tradição da família no automobilismo como um dos maiores aliados. O paulista de 21 anos é filho do ex-piloto Guto Negrão, sobrinho do empresário e ex-piloto Xandy Negrão e primo de Xandinho Negrão, que disputou a Stock Car até 2012. Criado em meio aos carros, o piloto da Arden já disputou categorias como Fórmula 3 Sul-Americana e Fórmula 3 Brasil, e estava há três temporadas na Renault World Series.

- Não sou exatamente um novato, porque a World Series tem desempenho bastante similar ao da GP2. Só os pneus são muito diferentes dos que eu estava acostumado, porque duram muito menos. E em termos de estrutura e material humano, a Arden não deve nada à Carlin, à DAMS e às demais equipes que sempre aparecem bem - afirma o piloto de Campinas, no interior paulista.

Nos testes da pré-temporada, André registrou o 18º tempo geral (1m40s314), enquanto seu companheiro de equipe, o suíço Rene Binder, terminou em 12º (1m40s126). A meta do brasileiro, que planeja ficar por dois anos na categoria, é terminar este campeonato entre os 10 primeiros colocados. O piloto de 21 anos acredita que o resultado da bateria de avaliações no Bahrein não deve ser tomado como parâmetro para determinar a situação de cada equipe no desenrolar da competição.

- A pré-temporada é geralmente complicada de interpretar porque nunca se sabe exatamente o que cada um está testando. Mas é claro que a experiência dos pilotos que estão aqui há muito tempo, como o Felipe Nasr, o Jolyon Palmer, o Stefano Colett, faz diferença - acredita o estreante.

O estreante André Negrão acredita que o carro da Arden será competitivo na temporada 2014 (Foto: GP2 Media/MF2)

A temporada 2014 da GP2 terá 11 etapas com rodadas duplas, todas elas em fins de semana de etapas da Fórmula 1. Serão 26 pilotos de 18 diferentes nacionalidades divididos em 13 equipes.

EQUIPES E PILOTOS DA GP2 PARA 2014

RUSSIAN TIME
Mitch Evans (Nova Zelândia)
Antem Markelov (Rússia)

CARLIN
Felipe Nasr (Brasil)
Julián Leal (Colômbia)

RACING ENGINEERING
Raffaele Marciello (Itália)
Stefano Coletti (Mônaco)

DAMS
Joylon Palmer (Grã-Bretanha)
Stéphane Richelmi (Mônaco)

ART
Takuya Izawa (Japão)
Stoffel Vandoorne (Bélgica)

HILMER
Daniel Abt (Alemanha)
Facu Regalia (Argentina)

RAPAX
Adrian Quaife-Hobbs (Grã-Bretanha)
Simon Trummer (Suíça)

ARDEN
René Binder (Áustria)
André Negrão (Brasil)

CATERHAM
Rio Haryanto (Indonésia)
Alexander Rossi (EUA)

MP
Daniel de Jong (Holanda)
Jon Lancaster (Grã-Bretanha)

TRIDENT
Axcil Jefferies (Zimbábue)
Johnny Cecotto Jr. (Venezuela)

LAZARUS
Nathanael Berthon (França)
Conor Daly (EUA)

CAMPOS
Arthur Pic (EUA)
Kimiya Sato (Japão)

CALENDÁRIO 2014 DA GP2

1ª etapa - Abril 5-6 – Bahrain (Sakhir)
2ª etapa - May 10-11 – Espanha (Barcelona)
3ª etapa - May 23-24 – Mônaco (Mônaco)
4ª etapa - Junho 21-22 – Áustria (Spielberg)
5ª etapa - Julho 5-6 – Inglaterra (Silverstone)
6ª etapa - Julho 19-20 – Alemanha (Hockenheim)
7ª etapa - Julho 26-27 – Hungria (Budapest)
8ª etapa - Agosto 23-24 – Bélgica (Spa-Francorchamps)
9ª etapa - Setembro 6-7 – Itália (Monza)
10ª etapa - Outubro 11-12 – Russia (Sochi)
11ª etapa - Novembro 22-23 – Abu Dhabi (Yas Marina)

FONTE: GLOBO ESPORTE

Chelsea acusado por ex-dirigentes de manipular o Campeonato Holandês

Lucas Piazon Vitesse (Foto: Paul Meima/Vitesse)
Brasileiro Lucas Piazon é um dos jogadores do Chelsea emprestados ao Vitesse (Foto: Paul Meima/Vitesse)

O Chelsea, que sustenta economicamente o clube holandês Vitesse Arnhem, foi acusado nesta quinta-feira por ex-dirigentes da equipe de manipular o Campeonato Holandês. Merab Jordania, ex-presidente do Vitesse, afirmou ao jornal "De Telegraaf" que a direção dos Blues proibiu o clube de disputar o título do campeonato holandês.

De acordo com o dirigente, de nacionalidade georgiana, a razão era que se o Vitesse conquistasse o título da Holanda a equipe estaria classificada para a Liga dos Campeões, assim como o Chelsea habitualmente, e a Uefa proíbe que dois clubes que mantêm uma relação econômica disputem a mesma competição.

- O Chelsea assume parte da folha salarial do Vitesse e empresta alguns jogadores. O que conta para o Chelsea é o desenvolvimento destes jogadores e não que Vitesse seja campeão - afirmou o ex-diretor técnico Ted van Leeuwen, segundo a agência ANP.

Na atual temporada, o brasileiro Lucas Piazon, Bertrand Traore, Patrick van Aanholt e Christian Atsu estão emprestados pelo time inglês, enquanto Gael Kakuta e Sam Hutchinson permaneceram no clube holandês até janeiro.

O Vitesse, que durante muitas rodadas disputou com o Ajax a liderança da Eredivisie, venceu apenas três das últimas 11 partidas, o que acabou com as chances de título. A equipe dirigida por Peter Bosz ocupa o terceiro lugar, a 12 pontos do líder Ajax.

No comando do clube está o russo Alexander Tsjigirinski (empresário associado a Roman Abramovitch, presidente do Chelsea), que chamou as declarações de Merab Jordania de "mentiras provocadas por inveja". A Federação Holandesa informou em sua página na internet que deseja "esclarecer as alegações de M. Jordania".


FONTE: GLOBO ESPORTE

Cristóvão chega disposto a mudar o Fluminense: 'O time pode muito mais'

Cristóvão Borges Flu (Foto: Nelson Perez / Fluminense FC)

Cristóvão Borges chegou ao Fluminense, na tarde desta quinta-feira, decidido a não perder tempo e com a sensação de um iniciante. Apresentado pelo vice de futebol, Ricardo Tenório, como substituto de Renato Gaúcho, o treinador, ex-Vasco e Bahia e que assinou contrato com o Tricolor até o fim do ano, começou a trabalhar logo após coletiva realizada nas Laranjeiras. Com as atenções iniciais voltadas ao jogo de volta contra o Horizonte-CE, dia 10, a missão imediata é evitar uma eliminação na primeira fase da Copa do Brasil.

Cristóvão assume com a responsabilidade de dar padrão de jogo ao time, mas já sob risco de queda na segunda competição mais importante do país. Pior: chega sem o aval do presidente da patrocinadora do clube, Celso Barros, que não queria a demissão de Renato. Embora em diversos momentos da coletiva tenha se classificado como um iniciante, alguém que ainda está aprendendo com profissionais mais gabaritados, demonstrou confiança na possibilidade de mudar o quadro.

– É um desafio grande pelo tamanho e pela qualidade do Fluminense. Mas o clube e o time têm potencial para corresponder. Todos vocês falam que o time pode muito mais, e eu acho que pode muito mais. Estou aqui, espero que possa fazer isso acontecer. A vontade é grande, estou muito motivado para isso. E sabendo da qualidade dos jogadores, o desafio me deixa muito motivado. É um desafio, temos de tirar essa vantagem, o time tem condições. Agora temos que tirar a vantagem. O time tem qualidade, potencial e força.

NOVO TÉCNICOCristóvão fala sobre o desafio que terá à frente do Flu


PATROCINADORNovo técnico diz não se importar com questões da diretoria


REFORÇOSPara Cristóvão, elenco é de qualidade, mas precisa de acertos

O novo treinador tricolor falou diversas vezes em motivação, em superar desafios. E eles não são poucos: um time em busca de recuperação, um clube com os bastidores em ebulição, uma torcida em busca de respostas. Cristóvão, no entanto, parece não se preocupar. Com seu jeito sereno, arregaça as mangas e encara como um degrau a mais em sua carreira.

– Estou ansioso, feliz, contente, com uma sensação de iniciante. É um grande desafio, uma grande oportunidade, e farei de tudo para segurar bem. Penso muito na minha carreira. Quando terminei o Brasileiro no Bahia, aquilo me deu enorme contribuição. Foi um trabalho muito bom. Pensei, sonhei dar um passo maior. Por isso esperei, e tive outras propostas. Apareceu o Fluminense, compatível com o que desejava. Vou dar tudo para dar certo.

Cristóvão Borges posa já com o uniforme de treino do Fluminense (Foto: Nelson Perez / Fluminense FC)

O acerto entre as partes foi rápido. Ocorreu na quarta-feira, mesmo dia em que o Tricolor anunciou a saída de Renato. O presidente do clube, Peter Siemsen, e o vice de futebol, Ricardo Tenório, fizeram valer a sua vontade de troca de comando superando o desejo de Celso Barros, que desejava a continuidade do trabalho mesmo após a eliminação no Carioca, na semifinal contra o Vasco. A queda de braço, aliás, tornou a relação entre clube e Unimed-Rio delicada. É a maior crise em 15 anos, e há chances de não renovação do contrato no fim de 2014, quando ocorrerá a avaliação do vínculo – em entrevista a uma rádio, o presidente da patrocinadora classificou como covarde a atitude de Siemsen.

Ao contrário da apresentação de Renato, técnico que Celso Barros queria, o presidente Peter Siemsen não esteve na chegada de Cristóvão Borges, treinador bancado por ele. Sobre o conflito, Cristóvão ergueu a bandeira branca. Torce pela união dos poderes para a recuperação do clube.

– O desejo é ver o Fluminense bem, ganhando. Vamos somar forças para isso.

Trata-se de uma volta ao Tricolor. Agora, Cristóvão é treinador. A passagem como jogador foi de sucesso. De 1979 a 1983: com 100 jogos, 26 gols e um título do Carioca. O auge foi um golaço contra o Flamengo de Zico em clássico no Maracanã no primeiro ano de clube. O agora treinador tentará repetir bons trabalhos feitos em outras equipes, especialmente no Vasco.

"O clube e o time têm potencial para corresponder. Todos vocês falam que o time pode muito mais. Estou aqui, espero que possa fazer isso acontecer. Vontade é grande, muito motivado para isso."
Cristóvão Borges

Ele saiu do Cruz-Maltino ao pedir demissão em 10 de setembro de 2012, após derrota por 4 a 0 para o Bahia pelo Brasileirão. Ficou pouco mais de um ano no cargo. Assumiu o comando da equipe em 28 de agosto de 2011, quando Ricardo Gomes sofreu um AVC durante o clássico contra o Flamengo. Desde então, saltou do posto de auxiliar para o de técnico titular. Dirigiu a equipe em 78 partidas, com 41 vitórias,18 empates e 19 derrotas, um aproveitamento de 60,2% dos pontos disputados. Foi vice do Nacional em 2011. Caiu nas quartas da Libertadores. Ambos com resultados adversos para o Corinthians.

Depois, passou um período sem trabalhar. Até assumir o Bahia em 17 de maio de 2013 após a saída de Joel Santana, resultado de goleada de 7 a 1 para o Vitória na final do Baiano. Livrou a equipe do risco de rebaixamento na Série A. Disputou 42 partidas. Conquistou 14 triunfos, 13 empates e 15 derrotas, aproveitamento de 43,6%.
DIÁLOGOCristóvão diz que ter sido jogador facilita no trato com medalhões


PARCERIATreinador deixa aberto o canal de diálogo com o patrocinador


PRESSÃOCristóvão diz que momento do time não o preocupa

Confira a íntegra da entrevista:

Qual o tamanho do desafio? Alguns treinadores não conseguem fazer este time, tido como muito bom, render. Como se prepara para a decisão na Copa do Brasil?

O desafio é grande, pela qualidade e tamanho do Fluminense. O clube e o time têm potencial e força para corresponder. De todos vocês, de todo mundo que acompanha, ouço que o potencial é bom. Espero que consiga fazer render. O time tem qualidade e força para isso.

Que tipo de pedido foi feito à direção? Reforços?

Já existia essa necessidade. O elenco tem qualidade, mas precisa de alguns acertos. Já falamos, daremos continuidade.

A história no Fluminense. E preocupa o momento de crise?

Não me preocupa, não. Todo mundo que está a volta tem o mesmo desejo: ver o Fluminense bem. Vamos somar forças. Foi com o Fluminense que assinei o primeiro contrato como profissional. Vim como amador. Me deu muitos ensinamentos. A minha passagem aqui teve momentos marcantes. No segundo jogo, teve o Fla-Flu. Fiz um gol, um dos mais bonitos da minha carreira.

Cristóvão Borges em sua coletiva de apresentação (Foto: Fernando Cazaes / Photocamera)

Pretende buscar contato com a patrocinadora?

Estarei junto com todo mundo. O desejo de todos, como falei antes, é o mesmo. Talvez por vias diferentes, mas o desejo é o mesmo. Não tenho problema nenhum. Vamos nos juntar e correr atrás dos mesmos objetivos. Juntos somos mais fortes

Passou lista de reforços?

Claro que opinei sobre isso, mas junto com todos que fazem parte. Mas não posso falar nomes. Contratação tem várias maneiras de ser concluída. A necessidade existe. Algumas, não muitas. O grupo é qualificado. Pode mais.

Preocupa o fato de a Unimed não bancar mais contratações?

Não me preocupa. Acompanho futebol, moro no Rio e, com as conversas que tive, tenho ideia do que acontece no Fluminense. Pelo o que falamos, o que me foi passado foi positivo.

Fred e Walter podem jogar juntos?

Terei carinho por todos. A minha relação com os jogadores sempre foi boa. Vou tratar todos da mesma forma. O Fred é muito importante. Se o Felipão diz que precisa dele, imagina eu. Ele pesa, sim. Eles podem jogar juntos, sim. Vai depender da necessidade. Do que a equipe precisa. Eles podem. Mas se vão jogar, nós vamos ver ainda

Qual o grande desafio?

Mudar o quadro. Houve a desclassificação no Carioca. Os momentos recentes não foram bons. Vamos tentar transformá-los em bons momentos. Estou confiante. Qualquer treinador que chegar aqui ficará animado. Vejo muitas possibilidades, e pelas conversas que tive, pelo o que senti, todos têm a vontade de mudar. Todos estão incomodados com a atual situação.

Proposta do Oriente Médio?

Eu penso a minha carreira e tenho a necessidade de permanecer no Brasil. Preciso solidificar a minha carreira. Não foi a primeira oportunidade que tive para vir. Me sinto bem, em casa. As outras vezes não aconteceram, mas não vem à tona. Isso fica para trás

Qual o motivo para toda a confiança?

Não tenho a pretensão e nem quero me comparar a outros treinadores. Em relação a eles, sou aprendiz. Procuro me informar e estudar. Estou confiante. Aceitei o desafio pelo potencial que vejo. Estou aqui. Aceitei. Estou feliz.

Teve contato com os jogadores?

Ainda não. Vou falar com eles logo depois. Cheguei muito cedo, ainda não os vi

Sente-se pressionado pelas recentes trocas de treinador?

Nada. Olho para a frente, espero que seja coincidência. Que não aconteça comigo. Espero que eu possa desenvolver o meu trabalho

Renato foi criticado por não fazer coletivos...

Farei o que fiz nos clubes pelos quais eu passei. Vou procurar repetir. Foi bem aceito. Espero que eles entendam e aceitem. Isso acontecendo, as chances de darem certo aumentam

Você é top no Brasil?

Não. Sou iniciante. Esses citados são referências. Eu observo, aprendo. Procuro enriquecer o meu trabalho. Me interesso muito em aprender

São 15 dias até o Brasileirão

Vamos aproveitar da melhor maneira possível. A primeira tarefa é o Horizonte. Depois, o Brasileiro. Queremos tirar a vantagem. Temos condições e vamos nos preparar muito bem

Quais os projetos de mudanças no clube?

Não se pode chegar com nada pré-estabelecido. Não posso impor nada. Tenho de conhecer o meu grupo, mas sou adversário há três anos, conheço bem. Vejo só de jogar contra. Vou analisar isso, ver de qual maneira podemos ser eficientes, estudar o elenco e fazer render na plenitude

Como será hoje?

Estou ansioso, sensação de iniciante. É um grande desafio. Grande oportunidade. Farei de tudo para encerrar bem

Sonhava com isso?

Claro. Quando terminei no Bahia, sabia que aquilo teria boa contribuição e valorização da carreira. Sonhei em dar um passo maior. Tive paciência e esperei. Surgiram outras oportunidades, mas esperei. E agora aconteceu o que eu queria

Pode reeditar a dupla com o Ricardo Gomes? Ele como executivo?

Sempre. O futebol precisa do Ricardo. Uma pessoa com a inteligência e a capacidade dele. O futebol precisa. Não sei nada sobre isso. Se tiver a oportunidade, adoraria

A realidade atual lhe deixa pressionado?

Foi ontem mesmo o primeiro contato. Após o anúncio da saída do Renato, me ligaram. Estou acostumado com a pressão. Se chega em time que ganha, tem de manter. Isso não é fácil, nem simples. O mesmo acontece no contrário. Isso é assim. Estou acostumado. O alento é ter a chance de responder isso de forma positiva

Fluminense tem obrigação de avançar na Copa do Brasil?

O Fluminense tem que passar porque participa de campeonato para ser campeão. Nós queremos ganhar a Copa do Brasil, então temos que passar. Ainda mais pelo resultado, o Horizonte tem uma vantagem que precisamos tirar. O Fluminense joga para ganhar, participa para ganhar, time de ponta, de alto investimento. Tem compromisso com vitória, com título, tem que passar.

Renato optava por três volantes e deixava Conca sobrecarregado. Qual o esquema que pretende adotar?

Se o Renato fazia assim, tinha razões para isso. Aquilo que imagina ele acredita e faz. O que vou precisar é olhar. O Fluminense é um time de muita técnica, muita qualidade, tem uma essência ofensiva. No futebol nós buscamos equilíbrio. Não podemos perder essa característica, desde que não ofereça facilidade aos adversários. É essa a busca, a procura, vendo a característica de jogadores que nós temos.

FONTE: GLOBO ESPORTE

Presidente da Unimed detona Peter Siemsen e diz estar 'desestimulado' a renovar parceria com o Fluminense para 2015

Presidente da Unimed detona Peter Siemsen e diz estar 'desestimulado' a renovar parceria com o Fluminense para 2015

O presidente Peter Siemsen e Celso Barros, mandatário da Unimed, se abraçaram após votarem no Flu

O presidente da Unimed, Celso Barros, escancarou a crise com o Fluminese após a demissão do técnico Renato Gaúcho, na última quarta-feira, medida tomada por Peter Siemsen, mandatário do clube. Em entrevista à Super Rádio Brasil, o principal patrocinador disse que houve um "ato de covardia" de Peter, afirmou que a parceria não caminha bem e diz estar desestimulado a renová-la.

"Fui surpreendido com a conversa de ontem (terça-feira), porque achava importante a partida contra o Horizonte. O presidente colocando certa insatisfação com o Renato e pensando em demiti-lo. Me coloquei contrário, ficamos discutindo, e ele saiu da reunião sem passar para mim a decisão de demitir o técnico. Ele é o presidente, claro, a decisão é dele. O que eu achei estranho e uma forma covarde é de ir embora e no dia seguinte demitir. Já passamos por outras situações, e isso desestimula a Unimed a estar junto com o Fluminense", disparou.

"Não é birra, coisa de chateação, é que a forma como foi feita nos desestimula a contratar. O grupo político do Peter tenta a separação da Unimed. Os torcedores têm dificuldades em compreender isso, é um processo que está em curso. Eu apoiei o presidente para a reeleição, e agora toma decisões como se não tivessem outros fatores", continuou o presidente da Unimed, junto ao Flu desde 1999.

"Ele não honra o que ele discute com a gente. Vamos fechar esse ano e depois discutimos o contrato".

"Demitiu Muricy por causa da história dos ratos, Alcides, Sandrão, Abel, Luxemburgo, e o Fluminense não caiu pela situação da Portuguesa. Isso vai deteriorando a situação e vai criando um clima que é desfavorável para o Fluminense, quem perde é o Fluminense. É uma situação que temos que enfrenta-la e temos que buscar as melhores situações", falou o parceiro.

"Não sei da gestão do clube, das despesas. O que eu acho é que toda essa situação colocada significa que o Fluminense talvez entenda que a parceria não é importante. Vamos discutir o contrato e talvez encerrá-lo. Não vou mais me envolver em contratações de técnicos, dirigentes, jogadores", disparou.

"O Fluminense assumiu uma posição de, na minha opinião, certa falta de respeito com uma parceira de 15 anos. A Unimed é cliente do escritório de advocacia do Peter, que é muito boa, mas acho que ele é muito pressionado, se mostra fraco em alguns momentos. A gente ouve muita coisa, críticas. Quem disse que a Unimed é eterna? O Fluminense é maior do que tudo, do que o Celso, do que o Peter. Lamento que este momento esteja correndo, mas a vontade do presidente prevaleceu, e ele não levou em conta uma série de fatores: tempo de parceria, solidariedade. Não discuto a saída do Renato, mas a forma como foi feita isso", explicou Celso Barros.

"Saímos da reunião sem esse compromisso (da demissão de Renato Gaúcho), deixando para depois, para o dia seguinte, e na manhã acontece isso. É um ato de covardia do presidente, que desrespeita o patrocinador. Ele é complicado para cumprir os compromissos esportivos, tem dificuldades... Quando aperta o resultado, toma atitudes desse tipo. Todo mundo quer o patrocínio da Unimed, mas o Fluminense parece que não quer, o presidente quer ser superior a isso tudo", prosseguiu.

Celso Barros disse que Peter Siemsen ocupa um cargo que é "incompatível" com suas atitudes. "Ele briga com todo mundo. Não sei qual é a solução que existe para o Fluminesne na cabeça do Peter e do grupo político dele. Sou torcedor tricolor, peguei o Flu na Série C, coloquei na Série A, fomos bicampeões brasileiros, voltamos à Libertadores. Talvez o presidente Peter tenha vaidade de mostrar que manda, porque dizem que eu mando no Flu. Eu não mando nada", afirmou.


FONTE: ESPN
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...